A automedicação natural
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
O corpo humano é formado por sistemas, que consequentemente é formado [plural] por tecidos e [vírgula] em sua forma menor, por uma célula e entre eles ocorrem reações químicas de alta complexidade. Quando um medicamento é prescrito por um profissional, este já conhece o seu funcionamento.
A automedicação é uma prática comum no Brasil. [vírgula] No entanto, poucos sabem que isto [isso] pode causar problema de saúde, como reações alérgicas, intoxicações e dependência química. Muitos recorrem a [à] homeopatia ou praticas [práticas] similares para não utilizar dos remédios industrializados, mas o mau uso destes também acarretam [acarreta] problemas gravíssimos ao organismo.
Logo, é importante, [sem vírgula] ressaltar que o consumo indevido de tais fármacos ou até ervas naturais é preciso [necessita/precisa] de conhecimento amplo da situação, [sem vírgula]para que não desencadeie mais de um problema. Os tratamentos podem causar mudanças drásticas no funcionamento do sujeito, mudando as ligações químicas ou até mesmo a mudança de pH, que muda todo o funcionamento de uma proteína [vírgula] por exemplo.
O vicio [vício] em certas medicações, como os chás, que tem [têm] efeitos benéficos e naturais, também podem [pode] ser o grande vilão da história. O excesso da bebida pode causar problema no sistema urinário, sobrecarregando os rins [e] causando inflamações ou até cálculos renais.
Portanto, é crucial ter primeiramente o contato com um especialista, seja um farmacêutico ou [, seja um] um hehmaniano. Se torna [Torna-se] ainda mais necessário [necessária] a conscientização do uso remédios, seja ele natural ou não, para que homem possa ter instrução quando utilizar. Até os homeopáticos quando consumidos sem informação podem causar distúrbios muito das vezes irreversíveis. Logo, o combate a automedicação é indispensável para a saúde pública.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |