O conhecimento é a cura
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
O Problema [problema] da automedicação no Brasil, é [sem vírgula] grande, sério e hereditário. A negligência dos governos, na politica [política] de saúde publica [pública], faz com que, essa prática, seja vista por todos, como comum, normal [sem vírgulas] e curriqueira [corriqueira]. Mas, não é certo, aceitar essa situação como se cultural fosse. Sem nem se quer [sequer], tentar mudar essa realidade prejudicial á saúde.
As pessoas que mais fazem uso destas [dessas] práticas, são as menos favorecidas, de médicos, cultura e dinheiro. Esse problema é sociocultural, Por isso, é preciso uma ação dos governos, alertando a população, sobre o perigo real do uso de medicamentos sem orientação médica. A Médica Zilda Arns, brasileira, que morreu em Porto Príncipe, no grande terremoto no Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Conseguiu acabar com a desnutrição infantil no Brasil, atreves [através] do conhecimento. Ela, ensinou ás [as] mães, como a alimentação correta, poderia nutrir adequadamente as crianças, e assim a amamentação foi estimulada e junto com uma multi-mistura salvou as crianças desta [dessa] sina cruel.
É preciso dizer para essas pessoas, que,o remédio de dente, é dentista. do olho, oftalmologista. E que para cada órgão do corpo existe um especialista. Porque os dentes e os olhos são os que mais se perdem nessa brincadeira. E isso é muito grave. O Brasil, conseguiu diminuir e muito o números de fumantes, com campanhas publicitárias, palestras, debates e esclarecimento da população. Foi o único país no mundo, que conseguiu esse maravilhoso feito.
Então, assim, ficou provado, que, nesses dois casos, o conhecimento venceu a ignorância. A alimentação correta nutriu as crianças, e os fumantes abandonaram seus vícios. Logo, o caminho adequado para combater essa realidade é, o esclarecimento, o conhecimento e a ação. Campanhas publicitarias em rádio e televisão, palestras e debates, em escolas e centros comunitários e mutirões da saúde, promovidos pelos governos nesses municípios brasileiros onde profissionais da saúde, são lendas. Governo que, não gasta com a prevenção da saúde do seu povo. Gastará muito mais com os doentes, procurando a cura.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 20 | Nível 1 - Articula as partes do texto de forma precária. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 270 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |