Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
O hábito de tomar medicamentos por conta própria já faz parte da vida dos brasileiros, [ponto final] na maioria das casas já é possível encontrar uma caixa de medicamentos para dores comuns. Atualmente até os governos passaram a incentivar a automedicação, porém [vírgula] o problema não está apenas nos fármacos [vírgula] pois também é muito utilizado [são muito utilizados] os medicamentos caseiros.
Mesmo que automedicação traga riscos para saúde, em alguns países[vírgula] ela é necessária, [ponto final] governos como o da França já liberaram certos remédios para que a população possa compra-los [comprá-los] sem receita medica [médica] visando diminuir as filas nos hospitais. O Brasil tem sexta [a sexta] maior população mundial e um território vasto, [ponto final] esses fatores dificultam que todos tenham acesso a médicos ou levem até messes [meses] para conseguir marcar uma consulta com um especialista [vírgula] tornando inviável a proibição de medicamentos simples sem receita medica, entretanto [vírgula] esse hábito não deve ser indiscriminado, a venda sem prescrição adequada de medicação mais potentes como antiflamatorios [anti-inflamatórios] devem ser melhor fiscalizadas [deve ser mais bem fiscalizada] nas farmácias [vírgula] pois os danos são mais prováveis de ocorrerem.
No Brasil [vírgula] além da utilização dos fármacos sem a autorização de um especialista da área de saúde[vírgula] também é muito comum a prática da fitoterapia [vírgula] que utiliza produtos naturais na tentativa de tratar uma enfermidade, o grande problema da fitoterapia e [é] que as pessoas geralmente não sabem a dosagem correta de cada item que colocam nos xaropes e chás [vírgula] podemdo [podendo] gerar outros problemas se o uso for muito prorrogado ou conter uma certas [certa] substancia [substância] em acesso [excesso], esse tipo de automedicação ainda é muito comum entre os brasileiro [brasileiros, ] pois são conhecimentos hereditários e muitos consideram que isso seja mais seguro que os fármacos industrializados que contêm inúmeras substancias das quais muitas pessoas desconhecem.
Com o acesso mais amplo sobre a saúde [vírgula] pouco provável que a população para [pare] de usar os fármacos por conta própria [vírgula] todavia [vírgula] o Estado pode auxilia-los a fazerem isso de forma mais segura exigindo que as empresas de medicamentos informem a melhor forma de usa-los [usá-los] e ampliando o sistema de atendimento público por telefonia, principalmente enformar [informar] a população que ele é seguro.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 50 | Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 100 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 450 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |