Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 07/10/2016
Nota tradicional: 450
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O hábito de tomar medicamentos por conta própria já faz parte da vida dos brasileiros, [ponto final] na maioria das casas já é possível encontrar uma caixa de medicamentos para dores comuns. Atualmente até os governos passaram a incentivar a automedicação, porém [vírgula] o problema não está apenas nos fármacos [vírgula] pois também é muito utilizado [são muito utilizados] os medicamentos caseiros.

Mesmo que automedicação traga riscos para saúde, em alguns países[vírgula] ela é necessária, [ponto final] governos como o da França já liberaram certos remédios para que a população possa compra-los [comprá-los] sem receita medica [médica] visando diminuir as filas nos hospitais. O Brasil tem sexta [a sexta] maior população mundial e um território vasto, [ponto final] esses fatores dificultam que todos tenham acesso a médicos ou levem até messes [meses] para conseguir marcar uma consulta com um especialista [vírgula] tornando inviável a proibição de medicamentos simples sem receita medica, entretanto [vírgula] esse hábito não deve ser indiscriminado, a venda sem prescrição adequada de medicação mais potentes como antiflamatorios [anti-inflamatórios] devem ser melhor fiscalizadas [deve ser mais bem fiscalizada] nas farmácias [vírgula] pois os danos são mais prováveis de ocorrerem.

No Brasil [vírgula] além da utilização dos fármacos sem a autorização de um especialista da área de saúde[vírgula] também é muito comum a prática da fitoterapia [vírgula] que utiliza produtos naturais na tentativa de tratar uma enfermidade, o grande problema da fitoterapia e [é] que as pessoas geralmente não sabem a dosagem correta de cada item que colocam nos xaropes e chás [vírgula] podemdo [podendo] gerar outros problemas se o uso for muito prorrogado  ou conter uma certas [certa] substancia [substância] em acesso [excesso], esse tipo de automedicação ainda é muito comum entre os brasileiro [brasileiros, ] pois são conhecimentos hereditários e muitos consideram que isso seja mais seguro  que os fármacos industrializados que contêm inúmeras substancias das quais muitas pessoas desconhecem.

Com o acesso mais amplo sobre a saúde [vírgula] pouco provável que a população para [pare] de usar os fármacos por conta própria [vírgula] todavia [vírgula] o Estado pode auxilia-los a fazerem isso de forma mais segura exigindo que as empresas de medicamentos informem a melhor forma de usa-los [usá-los]  e ampliando o sistema de atendimento público por telefonia, principalmente enformar [informar] a população que ele é seguro.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 50 Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência 2 100 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 100 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 100 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 450 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos