Tomar remédios é uma opção ou obrigação?

Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 05/10/2016
Nota tradicional: 250
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A automedicação é uma realidade que vem sendo utilizadas [utilizada] desde os tempos mais remotos. Os indígenas se tratavam [tratavam-se] com ervas, sem precisar de um médico, no entanto [vírgula] se a utilização de remédios for utilizada incorretamente, causará muitos danos a quem busca apenas uma solução, sendo um impasse que precisa ser resolvido. É preciso ou não consultar um médico para tomar um remédio qualquer?

A precipitação dos indivíduos em melhorarem quando estão vulneráveis a doenças podem [pode] levá-los a tomarem [tomar] medidas próprias. O que acreditamos ser uma simples dor de cabeça, às vezes, pode agravar [agravar-see nos deixar mais a mercê [à mercê]. Uma pesquisa realizada pela revista Data folha nos mostrou que 15% da população que se automedica, pode [sem vírgula] ser afetada, mesmo sendo uma menor parte dos indivíduos, devemos considerar que isso poderia ser evitado.

Contudo, as más condições dos hospitais no país, devido a [devido à] demora de atendimento, é um fator que contribue [contribui] para muitos indivíduos optarem pela automedicação, já que passariam horas em uma fila para tomar um "simples" remédio. Mas também, podemos  [remédio, mas também podemos] verificar a falta de informação das pessoas,[ponto final] um exemplo disso é quando tomamos antibióticos, certos produtos podem eliminar o efeito do remédio, e isso pode reverter a situação, tornando-a mais grave.

Em decorrência disso, cabe ao Ministério da Saúde contratar mais profissionais que atuem no atendimento das pessoas, em conjunto com o governo [Governo], criar novos hospitais ?[vírgula] diminuindo o excesso de pacientes nas instituições hospitalares, [ponto final] vale ressaltar que a conscientização da população em ir ao médico, mesmo que por uma mera dor de cabeça, é necessário, pois não sabemos definir se é algo grave ou não, logo, a população viverá mais segura.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 50 Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
Competência 2 50 Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 50 Nível 2 - Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.
Competência 5 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 250 Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos