A automedicação nem de todo um mal
Tema: Automedicação – devemos realmente combatê-la?
A automedicação é de grande importância no país, pois é comum a [sua] prática da mesma. Nem toda a medicação que é tomada por conta própria é de um grande mal, [.] muitas vezes [,] é apenas um mal estar [mal-estar] momentâneo que pode ser descartado com ela.
É normal a um [normal que um] indivíduo ter [tenha] certos medicamentos em casa, mesmo que não tenha sido receitado por um médico, mas sim indicados por amigos, parentes ou até mesmo anunciados em propagandas, para [sem vírgula] o alívio de algumas dores não tão graves.
No Brasil foi proibida a venda de antibióticos sem receita, tendo em vista que tais medicamentos manipulados sem receita médica pode [podem] piorar alguns sintomas e doenças e tornar os microorganismos [micro-organismos] causadores ainda mais fortes. É possível conscientizar a população de que é sempre importante se informar sobre os medicamentos utilizados com o farmacêutico ou pela própria bula para evitar algum agravo posterior e [,] com a persistência ?[,] deve ser procurada ajuda médica.
Se toda pessoa precisar consultar um médico para que possa comprar um medicamento, aqueles que não têm condições de ter um plano de saúde procurarão as unidades de saúde públicas sustentadas pelo SUS, onde acarretarão uma enorme demanda ?[,] sendo mais difícil conseguir consulta médica ?[,] podendo piorar os sintomas que poderiam ser resolvidos apenas com um medicamento existente em casa.
Tendo em vista que nem todos os indivíduos conseguem acesso imediato a um médico quando existe algum sintoma que não é definido como grave, é necessário informar a importância da leitura da bula ?[,] principalmente das contra indicações [contraindicações] e efeitos colaterais causados pelos medicamentos e orientar a sempre pedir informação também ao farmacêutico sobre a melhor intervenção para os sintomas
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 50 | Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 50 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 350 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |