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Enraizado na sociedade desde da [a] idade média, a cultura de consumir medicamentos sem acompanhamento profissional trás [traz] consequências graves a [à] saúde mundial. Dados da OMS mostram que a automedicação é a causa de 30% das internações hospitalares por intoxicação.
Anexado [Juntamente à] a falta de senso dos efeitos colaterais*, temos a livre propaganda do mercado farmacêutico, onde se [que] convence a população a tentar inibir livremente sintomas básicos, como febre, cólicas e dores de cabeça, podendo os mesmos, ser [que podem ser] indícios de algo mais delicado. Como se não bastasse a influência publicitária, há um costume social de indicar medicamentos entre amigos e familiares por ter surgido efeito positivo em alguém, [.] não há entendimento da diversidade imunológica do corpo humano e não há interesse em ter, pois é muito mais fácil tomar qualquer remédio do que ir a um hospital, o que pode causar alergias, dependências e [,] em casos mais graves [,] a morte.
Entretanto, o resultante mais comum da automedicação é a inibição dos efeitos do medicamento pelo próprio organismo, não consumindo de maneira correta, cronológica* de acordo com as necessidades fisícas de cada ser e nas quantidades certas, [.] o próprio corpo cria mecanismos que inibem a ação das substâncias, em alguns casos até piorando a doença.
Porém [,] a origem do problema não é somente a falta de conscientização social, também há uma grande carência de acesso a medicamentos básicos e [,] principalmente [,] atendimento médico em grande parte do mundo. Deve se investir em criar um senso básico de tratamento farmacêutico, mas acima de tudo investir no sistema de sáude.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
50 |
Nível 2 - Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
50 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
50 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
100 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
20 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
270
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |