Vivemos mais! Mas vimemos melhor?
Tema: Estamos nos relacionando de forma superficial?
Nas sociedades contemporâneas ocidentais, marcadas por profundas transformações socioculturais, destaca-se no aspecto das relações humanas a impessoalidade. Vive-se mais anos, tem-se mais assistência médica, tem-se mais acesso a informação, em suma, mesmo que longe de ser universal, de forma generalista pode-se dizer que a qualidade de vida melhorou. Mas, apesar disso não se vive melhor.
Podemos verificar tal contradição ao avaliar o aumento dos casos de depressão. Ao contrário da maioria das doenças, a depressão é invisível, e nem mesmo indivíduo tem consciência de seu estado. Isso se dá porque no mundo das redes sociais, intensifica, aquilo que muitos escritores denunciam, a sociedade das aparências. Num mundo em que todas as vidas privadas são publicadas como felizes, esconde-se as desventuras. Nessa sociedade quem não parece feliz, é excluído. Daí o porquê do depressivo se fechar. Depressão é tabu, ninguém discute, e isso piora a situação.
Os comentários nas redes sociais, ora positivos mudam para negativos, expressões que traduzem o contra senso de um mundo que traz até mesmo às relações pessoais características do consumo capitalista, em particular, a possibilite do descarte sumário. As redes sociais aumentam a quantidades das conexões, mas também as empobrecem em qualidade. Esta realidade está tão articulada com a vida das pessoas que muitas vezes não se reconhece.
Portanto medidas são necessárias para resolver esse impasse, e é justamente pelo mundo digital que se pode começar, as empresas que mantêm as redes sociais podem criar campanhas de ajudem os indivíduos a se juntar e praticar relações não somente digitais. Outra iniciativa poderia a conscientização sobre o problema da depressão através de campanhas nas unidades de saúde pelas secretárias de saúde, nas escolas pelas secretárias de educação, que ajudem a internalizar nas unidades familiares a discussão.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 0 | Nível 0 - Demonstra desconhecimento da modalidade escrita formal da língua portuguesa. |
| Competência 2 | 0 | Nível 0 - Fuga ao tema/não atendimento à estrutura dissertativo- argumentativa. |
| Competência 3 | 0 | Nível 0 - Apresenta informações, fatos e opiniões não relacionados ao tema e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 0 | Nível 0 - Não articula as informações. |
| Competência 5 | 0 | Nível 0 - Não apresenta proposta de intervenção ou apresenta proposta não relacionada ao tema ou ao assunto. |
| Nota final | 0 | Infelizmente, a redação não atendeu aos critérios mínimos de avaliação. É importante estudar e se preparar melhor para as próximas avaliações. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |