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Um assunto que possui grande relevância na sociedade brasileira e precisa ser bastante discutido é a forma superficial com que os indivíduos vêm se relacionando na contemporaneidade. Essa questão é agravada em virtude da sociedade está estar se tornando, cada vez mais, cibernética e individualista.
Sabe-se que a sociedade está se tornando mais cibernética a cada dia. Com isso,** as pessoas mudaram a maneira de se relacionar, deixou deixaram de lado a busca pelo interior do ser humano, seus dilemas e frustrações. Houve, uma banalização dos sentimentos, status e fama é oque o que importa. Por exemplo, o vício das em redes sociais, como o facebook e whatsapp, no qual nas quais os indivíduos passam horas do dia conversando com outros sem haver laços profundos, (e onde) a superficialidade reina. Assim, Jaak Bosmans estava correto ao dizer que “ A globalização encurtou as distâncias métricas, aumentando muito mais as distâncias afetivas.”
Além disso, há também o individualismo, as pessoas não dão mais o devido valor nos aos vínculos afetivos . Estas baseiam seus ideais de felicidade no amor pelo poder, ao carro de luxo, a à carreira bem sucedida, a à casa dos sonhos, dentre outras, coisas que o sistema capitalista oferece. Nessa perspectiva, muitas pessoas se tornam egoístas e solitárias em muitos casos, burlam regras e leis para alcançar tal sonhada felicidade, porém, só oque o que alcançam é violência e frustração. Logo, se não houver uma mudança no pensamento crítico das pessoas, o convívio social ficará fadado ao fracasso.
Por todos esses aspectos, fica claro perceber perceptível que os indivíduos estão se relacionando de forma superficial e individualista. Como disse Jimi Hendrix ,“Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz”. Sendo assim, medidas, como a criação de programas que reforcem e conscientizem as pessoas acerca da importância dos laços afetivos, o convívio social e o amor ao próximo, devem ser tomadas por parte do Ministério da Cultura, em parceria com as escolas, assim como campanhas de diminuição da violência, mostram-se como tentativas cabíveis para solucionar o problema.