Saúde em primeiro lugar
Tema: O que podemos aprender com a prática esportiva?
Vive-se no Brasil um momento de esportes: por causa das “Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016’, (.) atletas de todos os países competem em busca de um único objetivo: conquistar uma medalha de ouro para seu país de origem. Mas e qual o “custo” desse objetivo? Vale a pena acabar com a saúde por uma medalha que lhe trará dores ao invés de felicidade?
O valor pago pode ser alto. Adulteração nos exames feitos antes dos jogos é o que mais acontece. Muitos atletas não aguentam as dores e acabam tomando hormônios para não decepcionar a delegação de seu país. Foi o que aconteceu com a delegação da Rússia, parte de seus atletas foram foi impossibilitados impossibilitada de participar das olímpiadas no Rio por burlarem os testes de dopping. Com certeza, isso deve-se ao fato da pressão sofrida pelos seus técnicos, que buscam na “marra” ganhar medalhas e ser um colecionador de ouros e não de saúde dos atletas.
“As pessoas veem o momento de Jogos Olímpicos só de para ganhar a medalha, mas não sabem o que o atleta passa para conquistar essa medalha. O risco de doenças do trabalho pode inabilitar o profissional. Nós não entendemos que o atleta é um profissional como nós. É quase como se colocássemos no mundo do herói, o corpo quebra, a cabeça sofre com pressão. Eles vivem as mesmas emoções que nós, a dimensão humana do atleta é esquecida”, diz a Psicóloga do esporte Luciana Ângelo.
Com o grande acervo de informações apresentado, toma-se por conta que os treinadores devem ter mais compaixão com atletas, buscando dar estímulo para vencer, mas dentro de certos limites médicos. Com a prática esportiva, aprende-se que a saúde é a atriz principal de todo o treino e também da apresentação, sem ela não há nada para ser feito. E como diria Ivan Teorilang “O Prêmio é a consequência lógica e natural da superação, quer seja ele em valores materiais ou não.”
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 50 | Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 650 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |