O esporte dentro das escolas
Tema: O que podemos aprender com a prática esportiva?
O esporte como componente curricular nas escolas é um poderoso instrumento pedagógico de inserção e interação entre os alunos, além de proporcionar hábitos de vida saudável e bem-estar físico e social. Porém, para que esses efeitos benéficos sejam atingidos, as práticas educativas devem ser tratadas de forma eficiente e pensadas de modo a serem resolutivas em suas propostas, evitando o paradigma de que esta disciplina está limitada apenas à prática de esportes como futebol, vôlei e handebol, por exemplo.
Para isso, o planejamento das aulas deve ser voltado ao prejulgamento de que os indivíduos são distintos e particulares em suas características, evitando assim um pensamento errôneo de que todos têm aptidões para as atividades importas impostas pelo professor. Caso contrário, os esportes perderão seus papéis de inclusão e integração, dando espaço à distinção dos alunos, principalmente àqueles que não se sentem bem participando das dinâmicas propostas, sendo por vezes alvos de brincadeiras e discriminações.
Com isso, além da Educação Física propor a prática de esportes em suas aulas, outros aspectos serão trabalhados como a cultura, a saúde, a socialização e o incentivo ao respeito pelas diferenças, formando cidadãos melhores para a sociedade ao atender as expectativas dos alunos que se sentirão menos pressionados e aprenderão de forma prazerosa a se relacionarem e compartilharem seus talentos, seja fazendo gols ou dedilhando notas em um violão.
Portanto, para que a Educação Física e as práticas esportivas atinjam seus objetivos de forma satisfatória, deve haver um incentivo por parte do Governo, junto aos Ministérios da Educação e do Esporte, bem como a qualificação dos profissionais e professores que atuam na área. Assim, de forma conjunta, pode-se educar e construir sem discriminações e sem padrões preestabelecidos, propondo uma transição da educação esportiva onde meninos jogam futebol, meninas vôlei e alguns apenas observam, para uma realidade bem menos discriminativa, onde cada um pratica aquilo que lhe faz bem, sem ninguém ficar de fora.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 200 | Nível 5 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 950 | Excelente trabalho! A redação está dentro dos padrões de excelência do ENEM, apresentando uma argumentação clara e bem fundamentada, além de uma linguagem adequada e rica em recursos. Parabéns pela conquista! |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |