Porte de armas:autodefesa e ampliação da violência
Tema: Porte de armas pela população civil
No Brasil(,) o porte de armas pela população civil é proibido restrito há uma década pelo Estatuto do Desarmamento(.) , no entanto; (,) frente à violência vivida pela população brasileira, volta-se a questionar a liberação da posse de armamento. Em relação ao exposto, é possível destacar que tal prática (possui) tanto aspectos positivos quanto negativos. Se por um lado, tal prática pode (se) apresentar como um instrumento de autossegurança; por outro, apresenta-se como ampliação da violência.
Podemos perceber que o brasileiro não possui o direito de ir e vir com segurança conferido a todos o cidadãos pela ONU e, pela Constituição Federal de 1988. Constantemente sofre com roubos e, como (se) não o bastasse, sofre com o dilema de poder ser vítima do próximo assassinato. Isso porque não possui o Estado privando pela sua segurança(,) e, nem o poder de se defender de tais atos, fica à mercê dos criminosos.
Entretanto, como não se controla a violência dentro do país(,) que cresce todos os dias, - segundo o Mapa da Violência(,) de 1980 a 2012 houve crescimento de 367% de vítimas de armas de fogo -, o desarmamento pode ser uma forma de potencializar o porte de armas de delinquentes, já que a fiscalização pode sair do controle do Poder Público. Além disso, apesar de ter crescido os números de assassinatos, no período de regência do Estatuto do Desarmamento, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)(,) houve a queda de 12,6% na taxa de homicídios do País.*
Desse modo, o governo deve amplamente investir na segurança da sociedade para que a ela se sinta segura e não precise recorrer em fazer justiça com as próprias mãos, como também investir em educação, pois, uma nação educada, que sabe respeitar o próximo, que possui discernimento de compreender os direitos de cada um, não infligirá o direito de vida concebido a cada ser humano.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 150 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 100 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |