Uma forma de se defender

Tema: Porte de armas pela população civil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 20/07/2016
Nota tradicional: 650
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Após o atentado na boate gay em Orlando, o presidente dos E.U.A resolve dificultar a venda de armas para pessoas com histórico criminal ou doenças mentais, enquanto no Brasil entra em pauta a autorização de porte de armas para a população civil. Muitos criticam esta lei, afirmando que o número de mortes aumentaria devido ao fácil acesso em armas de fogo, enquanto uns apoiam em busca de segurança.

A lei diminuiria a idade mínima para a compra de armas, além de dar a qualquer cidadão o direito de comprar e portar armas de fogo, não haveria necessidade de renovação do certificado de registro e (,) permitindo até mesmo compra e porte de armas aqueles àqueles que foram condenados por crime culposo.

O pesquisador e sociólogo Julio Jacobo afirmou que mais de 160 mil vidas foram poupadas durante os últimos anos com o maior controle de armas decorrente ao do antigo estatuto, e segundo o mapa da violência 2015, no Brasil encontra-se com 8,5 milhões de armas ilegais(,) tendo sendo 3,8 milhões na mão de criminosos.

Com o aumento da criminalidade, é mais do que direito do cidadão poder se defender e não ficar a à mercê de massacres que podem ocorrer a qualquer momento, mas ao mesmo tempo que garante segurança, pode ser perigoso ter tantos cidadãos com armas em casa sem o treinamento necessário.

Dado da Organização das Nações Unidas, mostra que 71% dos casos de homicídios são causados através por meio de uso de armas de fogo, e mesmo a lei não sendo aprovada(,) os homicídios continuariam a existir, isso devido ao porte ilegal. Com a lei em vigor, os crimes seriam mais controlados, pois o governo teria noção de quem porta arma em casa(,) além de ser uma forma da sociedade garantir segurança.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 150 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 150 Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 650 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos