Se armar não é a saída para a violência
Tema: Porte de armas pela população civil
Afirma - se, que cada vez mais há vitimas de armas de fogo. No Congresso Nacional tramita a lei que revoga o estatuto do desarmamento(,) concedendo aos cidadãos o direito de andar armado, visto que não lhe dará plena segurança, nem resolver a violância no país*.
Tendo Deve-se ter a conecepção concepção de que ter a sua própria autodefesa, atráves de uma arma(,) irá deixá - lo vulnerável, pois o infrator(,) ao visualizar o instrumento(,) tentará ter o tempo de reação mais rápido do que a vítima(,) efetuando(,) assim(,) o disparo e ocorrendo assassinato, como também, presenciamos diariamente casos de violência doméstica e contra a mulher em que se utiliza este meio.
Além disso, as chances de ocorrer um acidente pela falta de habilidades de como atirar e (por problemas) psicológicos é muito grande, visto que o preparo está ineficaz, principalmente há dos policiais, (.) podemos tomar como exemplos os Estados Unidos(,) que teve vários ataques em Virgínia Tech, na faculdade do Oregon e recentemente(,) este ano, invasão a uma boate gay em Orlando(,) deixando 50 mortos, bem como o tiroteio na cidade no bairro de Realengo(,) no estado do Rio de Janeiro(,) em que entraram no Colégio e mataram dezenas de pessoas.
O alto índice de violência é consequência de um dos problemas que a sociedade enfrenta, a desigualdade social, pois o jovem que procura um emprego e seus direitos básicos não encontra, optando assim para o pelo mercado negro com o comércio de drogas e armamentos para vários paises, deixando - o excluído de todo meio social, desenvolvendo problemas psicológicos.
Por conseguinte, deve - se ser dar dado um treinamento mais bem preparado e rigoroso aos policiais e aumentar seu contingente nas ruas para que faça a segurança de todos, mas também a elaboração de projetos sociais como direito a emprego, escola, saúde, cultura, para desmistificar a idéia de que todos os indivíduos não podem viver no mesmo meio, como também aumentar a proteção das fronteiras nacional nacionais para evitar a entrada de mais armas.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |