Esta não é a solução
Tema: Porte de armas pela população civil
No Brasil, desde do o ano de 2003 está em vigor o Estatuto de Controle de Armas, campanha criada pelo Governo Federal a favor do desarmamento, com o intuito de diminuir a violência, e os homicídios causadas causados por armas de fogo.
Contudo, no Congresso(,) há um projeto de lei que tem por objetivo acabar com a o controle de porte e registros de armas no país. Entre suas ideias de mudanças, está a diminuição de idade permitida para a compra de armas, de 25 anos para 21 anos de idade, e garante garantia do seu uso à a deputados e senadores.
Mas isso traria benefícios para a sociedade? Estudos feitos pela Agência do Brasil, mostram que em treze anos de campanha, cento e sessenta mil mortes foram evitadas pela sua restrição. E que no ano de 2004, ano posterior a à implantação do Estatuto, registra-se registrou-se uma queda no número de homicídios por disparos, após dez anos de crescimento constante.
Exemplos fora do país podem intensificar a percepção de que a utilização de armas pela população civil não é uma solução para a diminuição da violência, e que ao contrário, muitas vezes é ele esse uso o progenitor para tais atos.
Uma confirmação disto foi o atentado a à boate gay, Pulse(,) na cidade de Orlando(,) na Flórida; onde Omar Mateen, de origem islâmica, facilmente conseguiu comprar uma arma para espalhar o caos, e assassinar e ferir inocentes que frequentavam o lugar. Os Estados Unidos provam(,) assim, que a falta de regras mais rígidas do controle do armamento causa-se severas consequências; tais como massacres e criminosos ainda mais armados.
Conclui-se no fim, que no Brasil a preocupação deve-se ser na fiscalização de entrada de armamentos pelas fronteiras, e não em “acabar” com um projeto que só auxiliou a segurança no país.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 200 | Nível 5 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |