O que pode ser melhor do que o porte de armas?
Tema: Porte de armas pela população civil
O Brasil, possuindo muitos casos de corrupções corrupção, tráficos e crimes à mão armada, e contando ainda com a baixa qualidade de educação pública, que traz como consequência a falta de ética nas classes sociais mais baixas*, é de questionar-se por quais motivos que querem, e que não querem, o porte de armas pela sociedade brasileira.
O porte de armas de fogo diminuiria siginificativamente os crimes de à mão armada no país, evidenciando que os criminosos terão em mente a probabilidade muito maior de assaltar uma vitíma portando uma arma de fogo, sendo esse um dos casos que motivos pelos quais muitos privilegiam o porte de armas. Porém, no cenário atual em que encontra-se o país, às as mortes pelo o uso da arma deverá ser muito maior deverão aumentar devido à a diversos fatores como brigas, discussões e disparo acidental(,) como por exemplos, tendo em mente que muitos também poderiam não ter treino ou experiência nenhuma para manuseá-la, sem mencionar os imprevistos de crianças ou de adolescentes apossá-las, como no caso chocante no Rio de Janeiro, em que um policial matou uma criança que dirigia e portava uma arma.
A questão do porte de armas não deve ser pensado pensada apenas para à a legítima defesa, mas sim em questões sociais e educacionais, ou repensando, se existisse mais ética neste país, não haveriam tantos policiais corruptos, que negociam suas armas para bandidos, e este último criminoso não exerceria esta “profissão” se obtivesse uma melhor educação durante sua infância.
Contudo, no sistema governamental atual, não seria uma opção por enquanto o porte de armas pela população civil, mas sim em grandes investimentos na educação pública neste país, algo que deve ser aplicado pelo governo brasileiro de modo que melhore a educação social e ética, pois é desta maneira que não haverá mais o mal mau uso das armas de fogo, e sim o seu uso com responsabilidade.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 100 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 100 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 150 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 600 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |