Porte de armas, uma necessidade frente a violência crescente.*
Tema: Porte de armas pela população civil
As normativas do projeto de Lei 3722/2012 pretendem facilitar o acesso a armas de fogo; (,) revogando as medidas restritivas do Estatuto do Desarmamento de 2002 2003. Dessa maneira, o cidadão brasileiro terá requisitos mais leves para adquirir uma arma. Logo, direitos à segurança e liberdade somarão diretrizes mais democráticas.
Com base nesse direcionamento, a reflexão maior deve estar na segurança da população frente a à violência nas grandes metrópoles. E, embora opositores argumentem sobre a anulabilidade da lei e suas possíveis negatividades em aumentar (homicídios, suicídios e outros), em contrapartida, o foco deve estar na realidade do Brasil quanto (a) políticas públicas.
Segundo o Mapa da Violência 2015, estima-se que 3,8 milhões de armas estejam nas mãos de criminosos, (;) além disso, o policiamento não atende de forma qualitativamente as grandes cidades e seus bairros periféricos, bem como as cidades interioranas(,) e a violência só aumenta. Portanto, há uma gestão deficitária e a sociedade precisa de meios para proteger-se.
Relacionando esses fatos, tem-se um Estado fraco nas resoluções cívicas de segurança pública. Ademais(,) o projeto de lei ainda em tramitação no Congresso seria essencial para melhorar a situação na qual a sociedade se encontra. Tal norma poderia dar licenciamento com base em fiscalização e estudos psicológicos para o portador, por tempo determinado.
Por último, a discussão sobre o porte de arma pela sociedade civil deve relevar o bem-estar do indivíduo - seus direitos constados na constituição. Contudo, resoluções à implementação da Lei devem mesclar direcionamentos reflexivos à ética cidadã. Para isso acontecer, o Estado, a mídia e a escola podem trabalhar juntos. Este Esta ajudaria na instrução pedagógica, valores humanísticos e aprendizados sociológicos e filosóficos baseados na posse de armas. Esse À mídia caberia informar em horários comerciais sobre prevenção e direitos cívicos. Aquele Já o Estado teria o papel central de punição e jurisdição aplicável de melhoria, sempre que possível da lei aqui enfatizada para o bem de todos. Acima de tudo, novos valores serão acrescentados para o uso saudável e consciente da arma.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 100 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 150 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 150 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 150 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 750 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |