Injustiça de armas na mão

Tema: Porte de armas pela população civil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 09/07/2016
Nota tradicional: 800
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Sancionar ou coibir? Tornou-se cada vez mais preocupante a violência ocorrida nos últimos anos, devido a à emancipação de armas que causam um certo temor resultante do uso abusivo e ilegal dessas dentro da sociedade brasileira. 

O triste caso do jovem soldado da PM, Anderson Silva, que estava com amigos em um bar em São Paulo, e foi surpreendido por um assalto com três homens armados e(,) ao reagir, foi baleado e não resistiu, é um dos diversos casos que acontecem anualmente, classificando o Brasil como o terceiro país com maior taxa de assalto a mão armada da América Latina, segundo o Programa das Nações Unidas (Pnud).

As mudanças na Câmara, onde cuja proposta reduz a idade mínima ao acesso legal de armas de 25 para 21 anos, por exemplo, não garantem uma segurança maior ao país, tampouco restringem a violência. De fato, é mais coerente o armamento, quem obtiver, não apenas um curso de 10 horas como propõe o Congresso, mas sim uma capacitação profissional para aderir obter o direito à posse, garantindo uma reforma madura no sistema ao combate a à violência das armas.

Enquanto (um) grupo de deputados faz ofensiva para derrubar o Estatuto do Desarmamento, a relação entre quantidade de armas em circulação e incremento da violência ainda persiste. É necessário melhorar a seleção e o treinamento das forças de segurança, além do aprimoramento das penitenciárias e leis que reduzam os elementos que potencializam o crime. Nesse contexto, o filósofo Aristóteles torna a máxima evidente: “Haverá flagelo mais terrível do que a injustiça de armas na mão?”
 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 200 Nível 5 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 150 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 200 Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 800 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos