História do Brasil: dádiva social
Tema: Desinformação histórica: um problema, mil consequências
A sociedade brasileira formada a partir da visão eurocêntrica dos portugueses é sustentada sobre escravidão, capitalismo e exploração. Assim, para que os equívocos do passado não se repitam, o conhecimento histórico deve ser aprimorado nas escolas, porém isso não acontece. É suscetível, portanto, que consequências como o preconceito sejam vividas com a desinformação sobre o pretérito do país.
A grade curricular de história no Brasil não visa criar no aluno a mentalidade crítica sobre o passado colonizador. É uma matéria como qualquer outra que se deve ter apenas nota para ser aprovado. Esse sistema é falho, pois é necessário conhecimento sobre esse aspecto para que a configuração social contemporânea seja diferente. Já dizia o filósofo e político Edmund Burke que "um povo que desconhece os princípios formadores de seu país está vulnerável a repetir os erros do passado".
A influência eurocêntrica no Brasil criou preconceitos que deturpam o progresso do país. O etnocentrismo é vivenciado ainda hoje como forma de exclusão social. Isso é recorrente devido a à desinformação sobre as bases políticas, sociais e econômicas que formaram a sociedade brasileira. Nesse sentido, visa-se nota-se a importância do historiador(,) que tem papel de fornecer suporte às pessoas para que compreendam com prudência e tolerância (a) conviver com as diversas culturas, e assim derrubar preconceitos sobre negros e índios(,) por exemplo.
É preciso que haja propagação do conhecimento histórico, principalmente a História do Brasil como uma matéria isolada na escola. Se o Estado investir em entretenimentos culturais e educativos que visem passar para a população o conhecimento sobre como se formou o país, o senso crítico será formado. Assim(,) o preconceito social será amenizado e o cidadão terá segurança para reivindicar do governo medidas diferentes das do passado. Desse medo modo, o progresso nacional será alcançado com inclusão e participação social.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 9 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |