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O desenvolvimento de um país, tanto na criação de novas tecnologias quanto nas condições sociais, é o reflexo de uma boa educação. No Brasil, muitas pesquisas indicam pais satisfeitos com o nível de informação que seus filhos recebem na escola, e professores que se consideram aptas aptos a lecionar. Mas, se a situação das escolas brasileiras é tão boa assim, por que ainda somos um país atrasado que apenas importa novas tecnologias e que possui tantos problemas sociais?
Isso se deve ao fato das escolas e faculdades nacionais serem especializadas em formar bons técnicos, profissionais capazes de exercer somente a função para a qual foram treinados. Portanto, tais formandos não conseguem refletir sobre suas ações, graças à educação que receberam, na qual o principal objetivo é fazer o aluno decorar fórmulas, pois assim conseguirá alcançar o tão sonhado alto salário. Excluindo, então, a vontade própria do aluno, que deixa de pensar e começa a decorar conteúdos.
Há pouco tempo, tornou-se obrigatório o ensino de sociologia em todas as escolas brasileiras, o que traz esperança de que os alunos recuperem o direito de pensar e refletir. Mas, essa medida só dará resultados se os professores estiverem bem preparados e derem oportunidade para discussões em sala de aula, fazendo uma ponte do que aconteceu no passado e o que está acontecendo no presente, deixando de fora o lado estritamente teórico.
Entretanto, nenhum professor fará o aluno aprender se este não estiver disposto a tal coisa. É indiscutível que uma boa escola com um corpo docente competente já faz uma imensa diferença no aprendizado de uma pessoa, mas o aluno deve conscientizar-se de que ele próprio deve procurar o conhecimento, pois se não fizer isso ninguém fará por ele.
Portanto, a escola deve propor momentos de reflexão sobre a sociedade, formando, assim, o caráter de seu aluno. Quando isso não acontece, enfrentamos o "relativismo moral": as pessoas tornam-se ótimas profissionais, mas não sabem distinguir o certo do errado, construindo, então, uma sociedade cheia de problemas como a nossa atual. Logo, apenas uma boa educação pode melhorar um país social e economicamente, e é disso que o Brasil necessita.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |