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O modelo desenvolvimentista brasileiro propôs um rápido crescimento urbano, em contrapartida houve uma falta de planejamento para dar suporte a todos(,) ocasionando uma precária forma de viver(,) deixando as populações vulneráveis a qualquer tipo de doença que se adapte as essas condições. Pois é, não é que isso aconteceu?! O mosquito aedes aegypti(,) vetor de doenças como dengue, chikungunya e o recente zika se instalou e continuou se proliferando(,) causando grandes surtos todos os anos. Devido ao fato de não ser algo recente, percebe-se que o poder público não deu atenção suficiente ao mosquito desde o início, só se preocupou em combatê-lo quando o quadro se agravou, não se importando com casos isolados com a ideia de que pudesse ser raro acontecerem, (.) além disso, é comum combatê-lo em estações chuvosas, porém, não é só nessa época em que o vetor se prolifera. O fato é que ele não foi combatido para vencer ser vencido, e sim para ser amenizado, (.) agora que ele já não pode mais ser exterminado(,) busca-se soluções imediatas como o fumacê e mosquitos transgênicos. Mesmo com parcela de culpa, o Estado não é o único responsável por tamanho desleixo. Na maioria das vezes o mosquito se encontra dentro das casas, assim(,) é preciso que todos se tornem cientes de seu papel de cidadão e não descarreguem toda a responsabilidade aos nos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, e sim que colaborem no combate(,) já que não é possível acabar com água parada se cada um também não fizer seu trabalho. Logo, pode-se concluir que(,) embora não feitas tais ações para evitar o quadro crítico em que nos encontramos(,) ainda pode ser melhorado com a limpeza de áreas públicas e particulares, além de criação de centros de pesquisa de doenças tropicais para monitorar as condições ambientais para não ocorrerem surtos(,) além de monitorar amostras de sangue de pacientes, citando como exemplo a Uganda(,) que mesmo estando em situações precárias provou ser possível ter boas práticas para evitar e minimizar efeitos de epidemias.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |