O mosquitinho traiçoeiro
Tema: Zika vírus: contextualização, consequências e combate
Na contemporaneidade, tornou-se comum o aparecimento de muitas doenças, tanto relacionadas a vírus, quanto a bactérias ou protozoários. Porém, um vírus chamado Zika tem se espalhado com extrema eficácia em um curto espaço de tempo, pois o seu vetor é o já conhecido, Aedes aegypti. Em contrapartida, o país mais afetado foi o Brasil, pelo seu clima tropical e grande quantidade de chuvas. Desse modo, surge a questão: O que fazer diante de um vírus tão ameaçador?
Em primeiro lugar, é imprescindível saber a origem da doença. O Zika Vírus surgiu em meados do século XX, em uma pesquisa que monitorava macacos com febre amarela. Seu nome é devido sua localidade, a floresta Zika, na Uganda. Como o vírus da febre amarela é transmitido pelo mesmo vetor do tal vírus, o Aedes aegypti se torna ainda mais ameaçador para o ser humano. Ambas as viroses são transmitidas através da picada da fêmea do mosquito, que procura lugares com água parada para colocar seus ovos e se reproduzir facilmente.
Em segundo lugar, o Zika não só oferece os sintomas da dengue em estado mais benigno, como está causando pânico entre as futuras mamães. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), esse vírus está associado a à microcefalia nos bebês, ou seja, a à má formação no cérebro dos pequeninos, privando-os de algumas atividades futuras, seja andar, falar ou amadurecer normalmente. Porém, há casos (em) que os recém-nascidos, após nascerem, vieram a óbito.
Portanto, faz-se necessário necessária a união conjuntural dos brasileiros para erradicar o mosquito. Porém, o Governo Federal não é totalmente responsável, pois há regiões de centro histórico como a cidade Mato-grossense, Cáceres, onde a prefeitura não viabiliza a reconstrução das casas históricas, deixando a região com focos de água parada, “um prato cheio” para o Aedes aegypti. Outra maneira, é a população ajudar no controle, trocando vasinhos de plantas e limpando o lote de sua residência regularmente.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |