O sabor da alimentação consciente

Tema: Estamos mudando nossa consciência alimentar?

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 13/01/2016
Nota tradicional: 9
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     Dieta da Lua; Dieta da Proteína; Dieta da Banana. Parece que emagrecer ou tentar viver uma vida sem excessos virou caso de guerra, uma verdadeira “batalha” contra a balança. Será que realmente boca e desejos alimentares foram disciplinados ou essa obsessão por comer menos -ou melhor- é uma fase passageira, ou como dizem, um mero modismo? Na verdade, a atual fase alimentar brasileira –e também mundial- está fazendo com que as medidas antes menores aumentem seu tamanho, ou seja, estamos engordando. Estatísticas acompanhadas de estudos sobre alimentação mostram que o corpo e a consciência podem começar a pesar.

     Basta compreender alguns números para o seguinte resultado: com o avançar do tempo o que comemos deixou de ser algo nutricionalmente valioso e passou a ser a isca tentadora para uma saúde pífia. Com o advento de comidas “fast-food”, milhares de pessoas substituíram o tradicional arroz e feijão e passaram a ingerir alimentos rápidos e prontos, mas que ligeiramente acabam com a qualidade de vida humana. A veracidade desta tendência é comprovada segundo um estudo do IBJE IBGE em matéria vinculada pela Gazeta do Povo: o consumo de arroz caiu cerca de 40%, já o feijão deixou de estar em cerca de 26% das refeições, o que comprova esta terrível substituição alimentar.

     A partir desses dados surge uma pergunta: de que servem todas as mil e uma dietas se o problema está na má alimentação diária? Para tentar driblar alguns dos problemas caloricamente perigosos, verdadeiras enciclopédias da saúde como Drauzio Varella e até a Organização Mundial da Saúde (OMS), disponibilizam na internet maneiras simples de se ter uma vida com sabor, e sobre tudo sobretudo, com muita saúde. Mas parece que a velha mania de se frequentar um “Mc Donald” ou “Bob’s” parece não estar abatida.

     Qual a resolução? A resposta está na atitude individual. Nem dietas ou dicas são eficazes quando o velho pecado da gula fala mais alto, o que se conclui que nada é mais importe importante do que a auto educação alimentar. Basta fecharmos a boca para o consumo industrializado e se deliciar com o sabor de uma vida saudável promovida por uma alimentação consciente.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 2.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 2.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.5
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 2.0
Nota final 9

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos