Tema: Política sobre drogas no Brasil
Diversos países vêm passando por mudanças em suas leis sobre a legalização e/ou discriminalização do uso de drogas. Contudo(,) é necessário avaliar os aspectos positivos e negativos de cada droga*, individualmente de cada droga.
Nesse sentido - levando em consideração o enorme emprego uso da maconha(,) seria imprescindível sua legalização, visto que podem ser realizados realizadas mais pesquisas para seu uso medicinal e uso eficaz em doenças como, por exemplo(,) a esclerose múltipla. Além disso, iria diminuir o financiamento ao tráfico e contato de usuários comuns com bandidos e outras drogas pesadas, pois poderiam cultivar a erva em casa sem precisar recorrer aos mesmos - como feito em 2013 pelo Uruguai, que legalizou o cultivo, a venda e o consumo da maconha; enquanto isso o governo investiria em campanhas para incentivar o uso adequado e moderado(,) como feito em campanhas alcoólicas e de tabaco.
Entretanto, são preocupantes drogas como cocaína e principalmente o crack - que em situações como a da cracolândia, já são considerados problemas de saúde pública. São drogas como essas que acabam com a sociedade e afetam drásticamente seus usuários, psicológicamente e fisicamente; (.) considerando-se ainda há o fato de que, muitas dessas drogas são criadas em laborátorios e recebem a adição de outros produtos(,) como amônia, cal e soda caústiva cáustica, por exemplo.
Desse modo, percebemos que uma política sobre drogas deve ser cautelosamente elaborado elaborada entre governo e especialistas da área, como médicos e pesquisadores; (,) levando em consideração suas particularidades. Incluir nesse debate usuários e ex-usuários é também um meio de informações que deve fazer parte dessa politíca. O importante é basear essa política na realidade vivida pelo Brasil e nas individualidades de cada droga, somente assim será possível diferenciar os reais prejuízos para a sociedade.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 2.0 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |