É preciso falar sobre liberdade.*
Tema: Política sobre drogas no Brasil
Atualmente, o uso ou porte de drogas no Brasil é considerado crime, (.) devido a isto, existe uma intensa guerra contra o tráfego tráfico, que levanta 3,7 bilhões** por ano. Sabe-se que a droga é uma substância que vicia, assim como o álcool ou o tabaco, no entanto estes últimos têm livre circulação no mercado e na população, mesmo trazendo tantos males a à saúde. Mesmo assim, um é o inimigo da sociedade, e o outro o amigo de domingo. Realmente, há diferença?
Na guerra contra o tráfego tráfico de drogas, o que se vê são perdas e nunca o término (do mesmo). Todos os dias centenas de pessoas morrem no mundo combatendo algo que cresce cada vez mais, a ilegalidade não dificulta o acesso, o número de dependentes cresce constantemente e a sociedade acredita firmemente que a criminalização é a resposta, pois enxergam a droga como crucial e destruidora, enquanto fumam seus cigarros e bebem seus uísques, acreditando estarem exercendo sua liberdade no país.
O governo não deve determinar sobre ações pessoais na da vida da população, pois somos seres racionais. Aceitar a criminalização de um uso é o mesmo que dizer que somos incapazes de ter autocontrole, logo(,) se começa a refletir se o ser humano é realmente capaz de tomar escolhas sobre a sua própria vida. A droga vicia, mas ninguém é obrigado a usá-la. Se houvesse um verdadeiro entendimento sobre o que significa o vício (em geral), não precisaríamos de lei e o uso seria social.
É preciso saber se a sociedade está realmente pronta para este avanço social. Legalizando primeiro a maconha, seria possível estudar os resultados obtidos – o número de mortes, o trafego tráfico e usuários. São necessárias medidas socioeducativas que informem os malefícios do uso, a saúde pública deve estar preparada para tratar o vício como qualquer outra doença, pois qualquer um está sujeito ao erro ou a à enfermidade, cabe à sociedade agir de forma responsável e consciente.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |