Mudar as políticas de drogas: uma necessidade brasileira!
Tema: Política sobre drogas no Brasil
“Me chamam de Marginal só por fumar minha erva”, diz a música “Legalize já” da banda Planet Hamp Hemp em crítica à política sobre drogas no Brasil. Há quem diga que são muito brandas e outros que afirmam a necessidade de descriminalizar, mas a maioria concorda que as atuais políticas não têm eficiência suficiente. Afinal, o narcotráfico é um grande problema que está atingindo não só as capitais como também os interiores e cidade pequenas(,) principalmente.
Entre os que acreditam na necessidade de deixar as leis mais rígidas, os malefícios que as drogas ilícitas trazem a à saúde são os principais argumentos. Até mesmo drogas mais “leves”(,) como a maconha(,) podem causar problemas psicológicos e à saúde em geral. A dependência é o maior dos problemas(,) pois um viciado pode ficar violento e atacar terceiros(,) prejudicando não só o usuário mas também quem convive com ele. A exemplo do cantor Chorão da banda Charlie Brown Junior(,) que praticamente destruiu sua família e morreu de over dose overdose de cocaína em 2013.
Alguns creem que descriminalizando as drogas que hoje são ilícitas o uso delas diminuiria. Ao ser legal(,) seria possível colocar limites e fiscalizar a produção das mesmas(,) bem como fazer campanhas de prevenção mais eficientes, além de que, tratar um doente é mais fácil que tratar um criminoso. O sistema de saúde brasileiro tem condições para fazer o tratamento, mas o sistema carcereiro carcerário não tem tão boas condições(,) pois os presídios em sua maioria estão superlotados. Dados do Ministério da Justiça comprovam que o Brasil tem a quarta maior população carcereira carcerária do mundo e cerca de um terço dela é referente a algum crime da lei de drogas.
Portanto, se faz necessário fazem necessárias mudanças na política de drogas no Brasil, de preferência para descriminalizar ao menos as drogas mais leves(,) como a maconha, pois assim seria mais fácil o tratamento dos problemas causados por elas. Copiando modelos organizados com uma forte política de esclarecimento sobre os malefícios, como foi usado na Holanda(,) por exemplo, o Brasil conseguiria reduzir gastos com o combate ao narcotráfico e aliviar bastante o sistema carcereiro carcerário do país.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 2.0 |
| Nota final | 9 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |