Livre de Influências
Tema: Política sobre drogas no Brasil
Confusões mentais. Propagação de doenças contagiosas. Problemas cardíacos. Essas são algumas das consequências individuais que a política sobre drogas no Brasil deveria preocupar-se para que houvesse completa criminalização destes produtos. Contudo, o governo permanece com uma “quantidade permitida para o consumo” que anda em desarmonia com o bem-estar social, devendo ser cancelado.
Nesse sentido, é preciso ressaltar que o consumo de drogas causa efeitos no indivíduo e, principalmente, sociais. Um dependente que vive nas ruas, por exemplo, precisará roubar e até matar outras pessoas para manter seu vício. Assim, criminalizar o porte de drogas em qualquer quantidade vem como um bem aos cidadãos viciados (que precisarão de apoio médico para sair deste mundo) e para a coletividade pela redução da violência urbana.
Ademais, como a legalização de certas drogas haveria uma propagação do vício, assim como aconteceu como o álcool. Com a liberação de produtos alucinógenos, viriam também propagandas e uma venda mais liberal, aumentando o público por uma má influência social. Logo, vetar propagandas das chamadas “drogas lícitas” também vem por é necessário para que a quantidade de dependentes anônimos decresça.
Por outro lado, o Estado deve investir na ciência que existe dentro do mundo das drogas. Como exemplo, observa-se a situação do “canabidiol”, remédio com substâncias derivadas da maconha e que ajudou uma menina* brasileira a amenizar os sintomas de uma doença crônica. Cientistas nacionais também podem investir nessa área de pesquisa.
Portanto, condenar um usuário assim como um traficante traz mais lógica à política de drogas, afinal, como não se pode vender, mas se pode consumir?** Além disso, é fundamental que sejam ampliadas as campanhas contra drogas em escolas para diminuir o número de futuros usuário.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |