Maconha: dependência ou morte.*
Tema: Política sobre drogas no Brasil
Está em andamento no Supremo Tribunal Federal a lei que regulariza o uso da maconha para consumo pessoal. A favor desta, muitos afirmam que seria uma solução para o combate ao tráfico e a à violência no país. Em contra partida contrapartida, a legalização não diminuiria a circulação das drogas, e muito menos a desordem social.
Segundo pesquisas o álcool e o tabaco(,) juntos, possuem aproximadamente 40 milhões de consumidores por serem legais e de fácil acesso. Compreende-se, no entanto portanto, que tornar lícito lícita a erva(,) além de aumentaria o seu consumo, e o Brasil não estaria está estruturado para o tratamento de um elevado número de dependentes. Assim, o país estaria caminhando para uma nação de viciados mais complexos e sem controle, como já ocorre com outras drogas.
Por um lado os defensores do da cannabis alegam que regularizar o seu uso para efeito pessoal, afetaria apenas o indivíduo. Todavia, é ingenuidade pensar dessa maneira. Frequentemente há vários relatos de famílias abaladas em busca de tratamento químico para um de seus parentescos. Não somente o consumidor sofrerá pelas causas da droga, mas toda a sociedade. Para a economia seria um abalo, já que precisaria investir maciçamente em saúde pública**.
Em algumas nações(,) como nos Estados Unidos(,) a erva é licita, porém o nível cultural desse tem uma disparidade enorme do Brasil. Esse último, no entanto, tem alto índice de desigualdade, violência, baixa escolaridade e uma constituição corrupta. Certamente não é viável querer legalizar uma droga em um país que não tem um preparo, ou melhor, uma competência estruturada de terceiro mundo***.
Logo, é visível que querer cortar o mal pela raiz deixando-o crescer é um erro irrefreável. Assim, regularizar a maconha para uso pessoal, não trás traz benefício algum à sociedade, (pois) aumentaria o número de dependentes, e a criminalidade. É preciso sim que haja políticas que digam não as às drogas, e sim a à educação, igualdade e bem estar social.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 6 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |