Guerra às drogas
Tema: Política sobre drogas no Brasil
De um lado estão os que são favoráveis a à legalização das drogas, afirmando que ninguém conseguiu provar que suas propriedades químicas são maléficas à saúde. Do outro, estão os que repudiam a legalização e o uso das drogas com o argumento de que as drogas pioram os quadros psiquiátricos eminentes aos cuidados dos psiquiatras, como a depressão, ansiedade e bipolaridade. O fato é que destes dois lados estão médicos psiquiatras, políticos, advogados e outros, que se opõem.
Segundo a revista Carta Capital, a maconha atinge, direta e indiretamente, um quarto da população brasileira. Este número ajuda a entender que se houver a legalização, a maconha, por exemplo, com certeza estará mais acessível a à população, assim crescerá o número de usuários dependentes da indústria da droga. Consequentemente(,) aumentarão os casos de ajuda psiquiátricas, e pode-se levar em consideração que o atual quadro do Sistema Único de Saúde, o SUS, não é capaz de suportar os inúmeros casos que surgirão após a legalização. Entretanto, é importante lembrar que uma droga tão maléfica quanto a maconha e outras, não precisou de legalização* para que seu uso fosse reduzido; bastou uma completa grade de propagandas em vários meios de comunicação lançada pelo Ministério da Saúde acerca dos malefícios do cigarro.
Grandes potências mundiais como a China, Japão, Estados Unidos e Suécia, têm baixos níveis índices de violência graças ao rigor da lei e a certeza da punição acerca do uso de drogas ilícitas.
No Brasil(,) as drogas destroem. Destroem o usuário, a família do mesmo e a sociedade. A repressão a elas geram mortes, e o sistema, muitas vezes, estereotipa o alvo a ser combatido: as favelas. Esta é considerada por muitos o berço dos males sociais, e com relação as às drogas não pensam diferente. As mortes na chamada "Guerra às drogas" deviam de imediato ser o agente precursor do governo na busca de uma solução - e a solução não é legalizar.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |