A racionalidade em favor da mobilidade

Tema: O desafio da mobilidade urbana no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 17/08/2015
Nota tradicional: 8
Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

A Constituição de Federal, reformulada em 1988, garante o direito de circulação dos cidadãos em qualquer ponto do território nacional, seja ele no Maranhão ou em no interior de São Paulo. Esta, a exemplo de outras cidades, está limitando esse direito visto que a mobilidade ,nos grandes centros urbanos, configura-se como um desafio porque, apesar da existência de boas medidas e e estratégias para melhorar o trânsito, a sociedade se comporta erroneamente(,) abdicando, talvez, da racionalidade.

    Em primeira análise, é necessário admitir que a situação de imobilidade é gritante(,) pois esse problema não é só oriundo daquelas cidades grandes e sem planejamentos. Por incrível que  pareça até cidades novas e com projetos contemporâneos de planejamento urbano sofrem com (o) mesmo dilema. Palmas, capital do Tocantins, é o principal exemplo disso, pois é uma cidade nova, de 25 anos, e com vias largas e um sistema de rotatórias eficiente(,) mas que  tem seu trânsito periodicamente congestionado nos hórarios de pico devido em grande parte ao arranjo das vias e a à grande quantidade de veículos. Com problemas como esses por todo o país, várias alternativas já surgiram: ciclovias, trens, metrôs, ônibus e grupos de caronas - articulados pela internet - mas então por que ainda se precisa discutir essa questão?

    Isso ainda repercute porque, paradoxalmente,  a sociedade é o principal potencializador dessa situação, mais especificamente a busca por  ascensão social(,) que por sua veza impede a adoção de novas alternativas. Todos estão à procura desse objetivo e os automóveis são símbolos da conquista e produzem Status, por isso é encontrada tanta resistência à mudança para outras formas de transporte, com trens, bicicletas e ônibus, este antes preconizado como sendo transporte “de pobre”(,) gera ante gerando descriminação discriminação com o usuários. Dessa forma(,) é evidente a falta de compressão das pessoas, e assim prejudicam a se si próprias com o estresse adquirido durante horas de espera(,) que pode desencadear uma sério série de patologias.

    Com tudo o que foi considerado à cima e admitindo que a conjuntura é grave, por fatores físicos e principalmente humanos(,)  é necessário que o governo produza soluções, e garanta sua aplicação, com o auxilio, por exemplo, de universidades(,) além de promover campanhas de conscientização à população sobre as alternativas para o transporte urbano já existente. Vale também (o) alerta aos usuários que entendam sua  culpabilidade e se policiem para o um convívio mais racional e humano.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 2.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 2.0
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.5
Nota final 8

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos