Tema: O desafio da mobilidade urbana no Brasil
Segundo a (divulgado pela) ONU (em julho de 2014), o trânsito no Brasil mata e deixa (mais) pessoas inválidas por mês, em média, mais do que na guerra entre Israel e a Palestina em julho de 2014. E é diante desse fato tão alarmante que se deve colocar em discussão a mobilidade urbana no país.
No governo de JK, houve uma política que visava o crescimento do Brasil e, dentre outras ações para isso, investiram em na indústria automobilísticas e (em) rodovias, já que era uma maneira barata e rápida de integrar o país e aumentar sua produção. A economia realmente cresceu, todavia, o que não previram é que, junto dela estava a população, que além de aumentar demasiadamente, se aglomerou, fazendo o trânsito se tornar um grande caos, isso porque a infraestrutura não acompanhou tal crescimento.
Ruas lotadas geram um estresse imenso na maioria das pessoas, o que causa um impacto negativo na qualidade de vida, na saúde e, portanto, no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do país, (.) além do mais, o enorme tempo “perdido” com o trajeto poderia ser usado no trabalho, aumentando a produtividade e a economia. Mas as consequências não acabam por aí: os veículos, em sua maioria, usam combustíveis fósseis, então com o aumento desses há uma maior emissão de gases poluentes que intensificam o aquecimento global, provocam inversão térmica, chuva ácida, etc.
Para diminuir tais efeitos negativos do tráfego intenso, em que dentre os quais podemos citar também os acidentes, é preciso investir em ciclovias e projetos - como o Programa Bicicleta Brasil - que estimulem seu uso, pois não poluem e desafogam o trânsito. Do mesmo modo, deve-se conscientizar a população com projetos sobre o uso de meios coletivos, já que, por acomodarem mais pessoas, emitem menos poluentes do que com veículos particulares. E mais: deve-se corrigir as “diferenças de bitola” que impedem a interligação das ferrovias, um meio rápido que diminui o tempo de deslocamento. Assim, pode-se concluir que os problemas no trânsito são inúmeros e devem ser minimizados com urgência, pois afetam a sociedade em todos os aspectos.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |