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Em 1769 o inventor francês Nicolas Cugnot foi o responsável por desenvolver o primeiro automóvel movido a vapor. Como o tempo, o veículo foi-se foi se aprimorando em grandes tecnologias e se tornou essencial. Hoje, a sociedade brasileira tem questionado seus líderes sobre a mobilidade urbana, no qual que está relacionada à ausência de investimento nas estradas, violência no trânsito e congestionamento. Quem quiser compreender e – e modificar – este panorama deverá analisar as causas e suas consequências.
Ao fazer análise da falta de investimento, busca-se descobrir as causas primárias da situação. Em sua origem, mais do que a simples carência, está relacionada à postura de sucessão de fracassos administrativos e ausência de conhecimento técnico. É nesta precariedade de liderança e de subsídios que se formam a base e a raiz profunda da situação. Nessa perspectiva, a descrença e o medo tomam parte da sociedade.
É preciso frisar, por outro lado, que os condutores expostos a níveis de irritabilidade no tráfego apresentam sintomas psicossomáticos que podem evoluir para estado de agressividade. De fato, as violências no trânsito estão relacionadas está relacionada às pessoas que suprem sentimentos (de) hostilidade(,) e até ás às vezes, até praticando atos de extrema crueldade no volante, comportamento irracional dos motoristas. Isso talvez explique a necessidade de agredir para esconder suas inseguranças e frustrações.
Para agravar as circunstâncias, os dados demonstram crescimento do congestionamento. Uma pesquisa realizada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) relata que: “Entre os anos de 2013 e 2014 houve o amento de 8% (oito por cento) da frota de veículos automotores nas capitais brasileiras. (, o que implica) Com isto irá implicar o acréscimo das taxas veiculares e quilômetros de paralisação nas marginais.” Parece filme de ficção no estilo apocalíptico, no entanto trata-se da realidade. Por conseguinte, expõem a total falta de administração.
Torna-se evidente, portanto, que as dificuldades enfrentadas no trânsito formam características peculiares da sociedade moderna. A reversão deste tipo de situação é papel próprio do governo – decisão indiscutível –, seja em criar corredores que integram diferentes tipos de transportes, desenvolver (redes) hidroviárias e ampliar as ciclovias. Resta saber se caminharemos para o futuro sustentável ou retrocederemos para era das trevas. Talvez ainda tenhamos escolha.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |