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Na antiguidade, a mulher não possuía autonomia e liberdade sobre seu próprio corpo, pois eram tratadas como propriedades dos homens. Muitas eram vendidas ou trocadas como um objeto. Na atualidade, inúmeros são os casos de violências contra a mulher, nada mais que resquícios históricos resultantes de uma relação desigual de poder de dominação do sexo masculino sobre o feminino. Portanto, percebe-se que tal violência não é um fato atual, mas que vem perpetuando-se há séculos.
Apesar do avanço que as mulheres tiveram ao longo dos anos(,) de ser inclusa ao serem incluídas e terem direitos, há uma construção social negativa sobre a igualdade entre homens e mulheres na sociedade. E isto é um ato de discriminação que é reproduzida reproduzido, muitas das vezes, em forma de violência. Estas são vítimas de agressões que seguem do lar á à rua, que podem ser expressado expressas em forma de assédio sexual e físico - que levam ou podem levar á à morte (bem) como (a) outras formas de abusos, (como) sendo emocional e/ou verbal.
A violência doméstica, por exemplo, tem se expressado no cotidiano de muitas mulheres. A cena repetida, muitas vezes se banaliza, e passa a fazer parte da vida, com naturalidade. A vitima é subjugada pelo autoritarismo do agressor, que por sua vez, justifica-se com a ideia de posse de um sobre o outro, o que mostra claramente a mentalidade machista e conservadora desses agressores.
O lar deve ser local de proteção e abrigo e não manifestação de agressões sob a forma de ofensas, intimidações, humilhações e ameaças, e por isso, recentemente, entrou em vigor a lei Maria da Penha(,) que visa aumentar o rigor das punições sobre crimes domésticos, e para qualquer violência contra as mulheres.
Contudo, mesmo com a lei, é imprescindível que haja pensamentos igualitários e melhor inclusão da mulher na sociedade. E medidas enérgicas de pesquisas de intervenção - entender como e por quê a violência acontece (-) torna o trabalho de prevenção mais fácil e diminuem diminui a incidência dos crimes.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
2.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |