Desastres ambientais: Qual o preço do desenvolvimento?

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Tema: Desmatamento e queimadas: a importância de preservar a floresta amazônica

Redação enviada em 04/09/2019

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José de Alencar e outros autores do romance indianista nos fizeram conhecer e

entender a relação do índio com a natureza: subsistência, exploração saudável

e freada, cooperação. Esse modo de se utilizar da fauna e da flora, no entanto,

não é o mais prevalecente no mundo, já que o homem, desde muito antes

de essas histórias serem contadas, têm para si duas únicas palavras-chave:

desenvolvimento e lucro. A fim de satisfazer essas necessidades inventadas,

viemos (Evite ideia de primeira pessoa) explorando, desenfreada e irresponsavelmente, a natureza, (Sem vírgula) sem

pensar que – um dia – a humanidade pode ser engolida por essas ações, como

recentes acontecimentos vêm sugerindo. 

Primeiramente, é preciso compreender de que maneira ocorre a exploração

de bens naturais. Viemos retirando do meio ambiente muito mais do que

necessitamos, muito mais do que o imprescindível para a vida, isso porque nosso modo de viver está intimamente associado ao que é supérfluo. Se necessitamos, por exemplo, de certa quantidade de madeira para a construção de utensílios básicos, encontramos uma maneira de inventar algo de que

não precisamos verdadeiramente e acabamos extraindo muito mais do que a

quantidade inicial. Essa é, então, uma exploração totalmente irresponsável.

Nada disso, porém, seria tão prejudicial se tivéssemos consciência e o mínimo

de preocupação com a prevenção de desastres. Falta-nos entender que a

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natureza não é totalmente autorrenovável e que, mesmo se fosse, ela não teria

uma força de regeneração diretamente proporcional à nossa capacidade de

degradação. Precisamos extrair menos, de forma consciente, para ajudar esse

processo natural e agir ativamente para reparar os danos que fazemos. Além

disso, é necessário que tenhamos discernimento e que sejamos consequentes

ao nos utilizarmos do meio ambiente, (Sem vírgula) para que verdadeiras tragédias, como o

recente rompimento de uma barragem da mineradora Samarco, em Mariana,

Minas Gerais, não voltem a acontecer. Isso é possível com um planejamento de prevenção.

Fica evidente, portanto, que o jeito com que conduzimos as coisas  (?)até agora

precisa ser mudado. Já que o caminho mais certo – o de mudar nosso modo de

vida e, por consequência, de consumo – é, também, o mais árduo e demorado,

deveríamos, pelo menos, nos preocupar com a extração consciente e com

preparo contra desastres. Para isso, instituições internacionais, como a ONU,

deveriam, juntamente a organizações como a União Europeia e os BRICS,

pensar em políticas públicas de regulamentação sobre a utilização dos recursos

naturais, além de desenvolver medidas punitivas aplicáveis a empresas ou

Estados responsáveis por acidentes. A responsabilidade é a palavra-chave que,

de fato, devemos seguir.
 

Comentários do corretor


Respeite a estrutura do texto e o tema para desenvolver as discussões. Não deixe de exercitar a sua escrita.


Competências avaliadas


Competência Nota Motivo
Domínio da modalidade escrita formal 100 Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa 150 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista 50 Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação 100 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos 50 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
NOTA FINAL:     450


Veja abaixo a nota relacionada a cada nível
Nível 0 Nota 0
Nível 1 Nota 20
Nível 2 Nota 50
Nível 3 Nota 100
Nível 4 Nota 150
Nível 5 Nota 200


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