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Educafro

Por Marla Rodrigues
 


Um dos cursinhos voltados para afro-descendentes

A Educafro (Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes) é uma rede de cursinhos pré-vestibulares comunitários mantida pelo Serviço Franciscano de Solidariedade, uma associação da sociedade civil sem fins lucrativos.

A organização luta para que a população pobre e negra, em especial, possa ser incluída nas universidades públicas e privadas – com bolsa de estudos integral. A ONG atua com a ajuda de voluntários que têm como objetivo incluir essa população em estatísticas onde ainda são ignorados: a de integrantes de instituições de nível superior.

A Educafro institui que as taxas de inscrição nos cursinhos não podem passar de 0,5% do salário mínimo vigente e as mensalidades devem obedecer ao valor entre 2% e 5%, de acordo com as reais necessidades de cada núcleo responsável. Não existem cotas no programa, mas a ONG mantém como índice ideal de negros matriculados um percentual entre 46,7% e 80% do total.

Os cursinhos funcionam em espaços cedidos por instituições religiosas, associações de moradores, escolas públicas etc, e estão localizados nas periferias de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.

Para poder participar, os futuros alunos ou voluntários devem comparecer a uma reunião de acolhimento que ocorre todas as quintas-feiras, às 18h, ou aos sábados, às 16h.

O endereço da sede da Educafro é Rua Riachuelo, 342, Conjunto 5, Centro – São Paulo (próximo ao Largo São Francisco, Metrô Anhangabaú ou Sé). O telefone para contato é (11) 3119-1244 e o e-mail é educafro@franciscanos.org.br. Para conhecer melhor a Educafro, acesse o site www.educafro.org.br.






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  • quinta-feira | 08/10/2015 | Paulo

    Eu gostaria que vcs me explicassem uma coisa, se vc vai fazer uma faculdade, uma percentagem e destinada a raça negra; se vc vai prestar um concurso público, uma percentagem é destinada a raça negra. Isso tudo não é racismo? Ou será que o negro tem menor capacidade do que o branco, pelo que se entende o próprio governo distingue o branco do negro. Dando a parecer que o branco é mais inteligente que o negro.

  • sexta-feira | 06/11/2015 | Diones
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    Menos inteligente é quem pensa desta forma, são pessoas que não conseguem enxergar que as cotas são uma tentativa de reparar o assalto que foi imposto aos negros no passado.Isso era para ter sido feito logo após a abolição. Acontece que o negro continuou escravo, só que assalariado, sem casa, sem escola, sem comida.Hoje continua a mesma coisa, a maioria dos negros na favela, com os piores empregos e salários e ainda tendo de enfrentar o estigma de bandido.Não porque são menos inteligente e sim porque tem poucas oportunidades na sociedade.Prova disso é que os poucos negros que tiveram oportunidade e chegaram lá, se destacaram; Cruz e Souza ,Machado de Assis, Joaquim Barbosa...e vários artisitas hoje.

  • segunda-feira | 16/03/2015 | Luciene Pedra ...

    Gostaria de saber se a Instituição possui cursinho de "Matemática"do segundo grau,para concursos.Obrigada pela atenção.

  • terça-feira | 17/03/2015 | Adriano Lesme
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    Olá. Entre em contato pelo telefone (11) 3119-1244 ou e-mail educafro@franciscanos.org.br.

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