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Em 19/06/2017 11h26, atualizado em 20/06/2017 08h32

Ainda estamos em guerra

Blog da Redação

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Apesar de grande investimentos no combate ao terrorismo, a prática ainda é comum no mundo moderno. Por Rafael Batista
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No início do século XXI, o mundo acompanhou ao vivo os atentados terroristas nos Estados Unidos. Em 2004, as atenções ficaram em Madri, quando dez bombas explodiram, matando dezenas de pessoas e deixou milhares feridos. Londres também foi alvo de uma ação parecida em 2005, quando aconteceram explosões no metrô da cidade e também em um ônibus.

Só nestas três ações citadas foram mais de 3 mil mortos. Os atentados foram assumidos pela Al-Qaeda, uma organização terrorista formada, principalmente, por extremistas islâmicos. No entanto, os referidos ataques são apenas alguns exemplos dos que estão acontecendo e assustando diversas nações pelo mundo.

Apesar de ter ganhado grande visibilidade desde 2001, quando as torres do World Trade Center foram atacadas em Nova Iorque, esse tipo de atentado acontece há muito tempo, em diversas ocasiões e nações. Em uma simples pesquisa na internet ou assistindo um telejornal é possível ver que isso ainda acontece, e com frequência.

O extremismo de alguns grupos religiosos tem feito vítimas em diversos países.

Só no primeiro semestre de 2017, países como França, Inglaterra, Rússia, entre outros, foram alvos de atentados terroristas, deixando dezenas de mortos e feridos. Diante do medo eminente de novos atentados, as nações estão adotando políticas de segurança, com intuito de evitar novos episódios.

Mesmo com a maioria dos ataque sendo atribuídos ou assumidos por grupos ligados ao islamismo, os mulçumanos também sofrem com o terrorismo. Recentemente um grupo de fiéis foi atropelado na saída de uma mesquita em Londres. A primeira ministra britânica, Theresa May, tratou do caso como um atentado terrorista.

Combate

Ainda que os países estejam investindo alto na luta contra este movimento, o combate ao terrorismo não parece fácil. Simplesmente culpar o islamismo ou tentar conter a corrente migratória que acontece na Europa, como defendem alguns países, está longe de ser a solução.

Os recentes atentados que abalaram a França foram praticados por migrantes, que apesar de monitorados pelo governo, não apresentavam comportamento que preocupasse as autoridades. Além disso, uma possível invasão militar para desmontar essas organizações extremistas pode agravar o problema.

É evidente que cada país deve legislar sobre essa prática e adotar métodos de prevenção e combate ao terrorismo. No entanto, é preciso pensar com urgência em uma estratégia global que, em primeiro lugar, dificulte o financiamento desses grupos, impossibilitando principalmente a aquisição do material utilizado nos ataques.

Desse modo, é indispensável a cooperação entre os países, com a participação de organizações e agências internacionais, em especial dos órgãos ligados a Organização das Nações Unidas. Acima de tudo, é necessária a adoção de políticas mais efetivas de combate a essa prática, que seja mais do que retribuir os ataques.

Não é possível prever se um dia o mundo se verá livre desta ameaça eminente de terrorismo e, mesmo que aconteça, as ações para minimizar os efeitos dos ataques devem ser mantidas e modernizadas pelos estados.

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